P1- Boa tarde Eduardo.
R- Boa tarde.
P1- Você poderia falar o seu nome completo, data e local de nascimento?
R- Sou Eduardo Augusto dos Santos Tabosa nasci em 12 de outubro de 1972 em Caruaru aqui no interior do estado.
P1- E você trabalha a quanto tempo na Companhia?
R- Trabalho desde 94, faz 12 anos.
P1- E como que foi que você chegou aqui, como que você entrou?
R- Eu entrei como estagiário na época teve uma seleção na universidade eu estava terminando e fiquei como estagiário aqui e depois fui contratado no laboratório e passei pelas áreas de laboratório cresci um pouco lá dentro do laboratório depois fui pó processo de cerveja e depois fiz o curso de mestre-cervejeiro e virei gerente de processos.
P1- E você podia falar o que é um gerente de processos? Explicar um pouquinho?
R- Gerente de processos é a uma pessoa que lidera as áreas de processo de cerveja e refri porque nessa unidade a gente tem cerveja e refri e basicamente ele tem sob sua responsabilidade toda a produção do líquido, né, tanto da cerveja quanto do refrigerante e de entregar ao (pequegin? Termo não encontrado no Google) o líquido bom pra o envazamento na hora correta, no momento correto, e, principalmente, garantir a qualidade do produto que o consumidor vai tomar.
P1- E pra você gerente de processos tem que fazer o curso de mestre-cervejeiro?
R- Sim. Tem que fazer o curso de mestre-cervejeiro no exterior, meio que um pré-requisito pra todos os gerentes de processo.
P1- E você fez o curso aonde?
R- Eu fiz nos Estados Unidos e na Alemanha na Siebel e Doemens. São duas escolas de lá reconhecidas e foi numa época muito interessante da minha vida profissional.
P1- E assim quando você veio pra trabalhar na Brahma, né, na Brahma ainda, você já conhecia a história, era um lugar que você gostaria de trabalhar, como que foi isso?
R- É eu já tinha feito uma visita aqui uns dois anos antes e eu já tinha tentado sondar duas ou três vezes. Eu tinha...
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P1- Boa tarde Eduardo.
R- Boa tarde.
P1- Você poderia falar o seu nome completo, data e local de nascimento?
R- Sou Eduardo Augusto dos Santos Tabosa nasci em 12 de outubro de 1972 em Caruaru aqui no interior do estado.
P1- E você trabalha a quanto tempo na Companhia?
R- Trabalho desde 94, faz 12 anos.
P1- E como que foi que você chegou aqui, como que você entrou?
R- Eu entrei como estagiário na época teve uma seleção na universidade eu estava terminando e fiquei como estagiário aqui e depois fui contratado no laboratório e passei pelas áreas de laboratório cresci um pouco lá dentro do laboratório depois fui pó processo de cerveja e depois fiz o curso de mestre-cervejeiro e virei gerente de processos.
P1- E você podia falar o que é um gerente de processos? Explicar um pouquinho?
R- Gerente de processos é a uma pessoa que lidera as áreas de processo de cerveja e refri porque nessa unidade a gente tem cerveja e refri e basicamente ele tem sob sua responsabilidade toda a produção do líquido, né, tanto da cerveja quanto do refrigerante e de entregar ao (pequegin? Termo não encontrado no Google) o líquido bom pra o envazamento na hora correta, no momento correto, e, principalmente, garantir a qualidade do produto que o consumidor vai tomar.
P1- E pra você gerente de processos tem que fazer o curso de mestre-cervejeiro?
R- Sim. Tem que fazer o curso de mestre-cervejeiro no exterior, meio que um pré-requisito pra todos os gerentes de processo.
P1- E você fez o curso aonde?
R- Eu fiz nos Estados Unidos e na Alemanha na Siebel e Doemens. São duas escolas de lá reconhecidas e foi numa época muito interessante da minha vida profissional.
P1- E assim quando você veio pra trabalhar na Brahma, né, na Brahma ainda, você já conhecia a história, era um lugar que você gostaria de trabalhar, como que foi isso?
R- É eu já tinha feito uma visita aqui uns dois anos antes e eu já tinha tentado sondar duas ou três vezes. Eu tinha muita vontade de trabalhar aqui. Era e continua sendo uma empresa reconhecida como um bom local pra trabalhar uma empresa, principalmente hoje, uma empresa de muito futuro, né, reconhecida também pra além de ser um bom local de trabalho também por desenvolver as pessoas. Isso foi o que me atraiu muito nessa Companhia.
P1- E assim quando você veio era assim o que você esperava assim ou foi muita novidade?
R- Era. Eu peguei uma fase interessante que a Companhia estava mudando da antiga Brahma para o jeito AMBEV de fazer as coisas. Então a gente passou por muita mudança. Eu vi desde mudanças físicas na fábrica até mudança da forma de trabalhar que eu acho que é mais importante da gente hoje tem um desempenho uma eficiência no trabalho muito maior do que havia no começo, havia quando eu entrei aqui, e tudo isso graças a esse jeito AMBEV de a cultura AMBEV que foi sendo implantada aos poucos.
P1- E assim a Companhia é uma Companhia que incentiva as pessoas a estar se desenvolvendo?
R- Muito, né? No meu caso mesmo eu entrei como estagiário e, assim, sempre tive o estímulo dos meus chefes, né, que eu não considero como chefes eu considero com líderes. Quase todos os chefes que eu tive foram líderes que me ajudaram muito que me serviram de exemplo, de estímulo, me estimularam muito durante o tempo inteiro a estar buscando sempre uma coisa maior e aprendendo algo mais e aqui na AMBEV eu tive a oportunidade desde terminar o meu curso superior, fazer pós-graduação, fiz “ene” treinamentos, cursos no exterior isso aí foi muito bom pra mim profissionalmente e eu tenho certeza que tudo isso se reverte também em melhoria da qualidade do trabalho do trabalho na Companhia.
P1- E quais as cervejas que são feitas aqui?
R- Aqui a gente faz a melhor Brahma, a melhor Antártica, a melhor Skol da Companhia. (risos)
P1- (risos) E você como gerente você vê todas?
R- Sim a nossa responsabilidade é entregar o líquido com a melhor qualidade possível, né, quer seja no sabor quer seja também físico-química, micro-biológica e esse é o dia-a-dia do trabalho da gente, né, não só na cerveja, mas no refrigerante também.
P1- Essa fábrica foi a primeira filial nordeste da Brahma?
R- Foi. Essa fábrica é de 1964.
P1- E ela produz pra toda região do nordeste?
R- É a gente tem um consumo muito grande aqui na região de Pernambuco, né? Agente abastece também um pouco de Alagoas, um pouco da região, mas essa fábrica sozinha não tem a capacidade de abastecer de cervejas o nordeste inteiro. De refri a gente sim tem uma capacidade bem maior e abastece desde da Bahia até parte lá do Rio Grande do Norte, às vezes o Ceará também e toda região do interior também. Então é a maior fábrica aqui do norte e nordeste da parte de refrigerantes.
P1- E produz quanto?
R- Ah, de cervejas a gente produz 155 mil equito litros no máximo e de refrigerantes chegam mais de 200 mil, chega a dar 210 mil, mais ou menos.
P1- Isso é por?
R- Por mês, mil equito litros por mês.
P1- E assim e como você vê você passou da Brahma pra AMBEV, né? Como que foi isso quando aconteceu, né?
R- É. Eu acho que da Brahma pra AMBEV o que mudou pra gente foi a perspectiva realmente, né? A gente já era a maior cervejaria do Brasil, mas aí a gente tornou-se muito maior quando passou a ser AMBEV e, principalmente, agora que passou a ser IMBEV ou estar associada a (Intergroup?), né? Então aumentou muito a perspectiva de crescimento para o mundo inteiro essa coisa de ser um Global Player isso aí foi muito importante pra gente. Agora eu acho que o mais importante a mudança mais importante que eu vi foi realmente da antiga Brahma pra nova Brahma que ocorreu lá em 94, 95,96 onde a gente definiu mais ou menos como é que era a cultura da Companhia, né, e foi interessante que eu participei desse processo. Essas pessoas vendo tudo mudar e vendo aquela coisa se mexer. Na época que eu entrei aqui tinha um restaurante pra gerencia, um restaurante com garçom, camarão, tudo isso, um restaurante pra supervisão e outro para a operação, coisa que é impossível pensar num jeito AMBEV de trabalhar, né? Então a coisa mudou muito, os níveis hierárquicos diminuíram, a empresa está muito mais aberta. Tudo isso mudou bastante e foi muito interessante acompanhar essa trajetória.
P1- E Eduardo como é que você resumi essa Cultura AMBEV?
R- Eu acho que alguns pontos importantes da cultura é que a gente faz a coisa acontecer. A empresa a gente preza muito pelo sentimento idôneo. São pontos importantíssimos da Companhia. Eu acho muito interessante aquele organogramazinho que tem nos quadros de divulgação que você vê: o dono, a do meio, o dono, a de baixo, o dono e todo mundo é dono no final das contas e a gente sabe que dono decide melhor, né? Então decide como se a coisa fosse dele realmente e isso é importante demais pra empresa.
P1- Ela é uma fábrica importante pra região?
R- É essa aqui é a melhor fábrica da região, a maior fábrica da regional nordeste. Contribui com quase 40 por cento do volume de produção da regional nordeste e os resultados que a gente consegui aqui influenciam bastante no atingimento dos resultados da regional inteira. Então a gente termina sendo a fábrica mais importante onde as coisas se decidem em termos de regional.
P1- E assim qual o peso que tem a AMBEV na sua vida?
R- A AMBEV é uma grande parte da minha vida. A AMBEV ela é importante desde prover os recursos que eu preciso pra sobreviver como também na minha vida pessoal eu já me modifiquei muito como pessoa por estar aqui. Você também termina sendo reconhecido entre os amigos como o cara da Brahma, da AMBEV e isso í termina marcando a vida da gente.
P1- E assim nesses anos que você está aqui,né, teve algum fato marcante?
R- Teve já momentos interessantes que a gente passou aqui na fábrica assim já vi muita coisa acontecer aqui dentro, mas o mais marcante realmente é quando essa fábrica foi classificada no PEF, né, acho que foi o melhor momento que eu vivi aqui dentro quando a gente pode sentir um sentimento de união muito forte de todos os níveis da operação toda da fábrica toda foi o momento mais legal que eu vivi aqui dentro.
P1- E tem algum momento que você lembra assim que foi alguma situação engraçada que tenha acontecido?
R- Deixa eu lembrar.
P1- Com você ou com algum colega.
R- É eu lembro de algumas, mas não é muito bom contar não. (risos)
P1- Alguma brincadeira que tenha acontecido. (risos)
R- Ah, não. Não lembro agora de nada não pra falar. (risos)
P1- E assim tem alguma campanha publicitária que você sempre lembra que você acha que foi que teve alguma coisa genial?
R- Teve. Tinha a da tartaruga, né, que era muito legal. Teve também acho que foi importante pra todo mundo foi a campanha da Brahma como a “número 1”, né? Faz muito tempo eu não sei se vocês vão lembrar disso, mas foi como a Brahma se firmou como a número um do Brasil. Isso ai foi muito importante na época porque alavancou muito as vendas da Companhia. E tem umas engraçadas como a da tartaruga que a gente lembra até hoje, né?
P1- E você assim podia deixar pra AMBEV pros seus colegas um recado?
R- Eu acho que essa Companhia ela é diferentes das outras: elas investem nas pessoas, você por não ter essa coisa de nível hierárquico muito forte você tem a grande possibilidade de se desenvolver dentro como pessoa e como profissional e isso eu vi isso modificar a vida de muitas pessoas que, talvez, não tivessem a mesma oportunidade numa outra Companhia ou num outro local. E eu acho que eu recomendaria muito pra um amigo ou pra uma pessoa que estivesse começando entrar na AMBEV e se formar como profissional na AMBEV. Eu acho que aqui realmente o que vale é a meritocracia é o desempenho de cada um, a habilidade de trabalhar em grupo, sentimento idôneo. Então as pessoas que querem se desenvolver e que tenha habilidade pra isso estão no lugar certo, tem que vir pra cá mesmo que aqui vai ter um sucesso muito grande.
P1- E como que você vê, né, depois de tantos anos a AMBEV hoje resgatando a sua história construindo um acervo ouvindo um pouco de cada um. Você acha que isso é importante?
R- Eu sempre gostei muito da história da AMBEV, né? Uma vez eu estive lá no Rio na antiga fábrica da Sapucaí e aí eu fui tentar visitar a fábrica, visitei o antigo museu que havia na antiga Rio, na velha Rio e você vê desde como avançou a tecnologia como também você vê que avançaram as relações de trabalho, como avançou a cultura e tudo isso realmente tem que ser resgatado, a gente tem que conhecer o passado da gente porque assim a gente entende como a coisa veio caminhando de onde vieram as coisas e aí agente tem uma possibilidade maior de construir um futuro mais promissor, mais conhecendo os erros que a gente já cometeu no passado os acertos também sabendo como é que essa Companhia foi formando a cultura, formando o jeito dela e aí a gente consegue aprimorar mais o que a gente pode fazer pela AMBEV.
P1- Eduardo nós estamos no final assim. Você quer falar alguma coisa assim que eu não te perguntei e que você acha importante estar falando?
R- Eu acho que essa fábrica aqui ela está evoluindo bastante junto com a Companhia. O meu recado é mais pro pessoal desta fábrica da nordeste que eu sempre estive aqui, 12 anos que eu estou aqui e eu sei que a gente é capaz de conseguir resultados muito maiores do que a gente já consegui no passado e que a gente tem tudo pra estar brilhando lá na PEF nas primeiras colocações da Companhia e eu tenho certeza de que as pessoas que estão aqui sabem fazer isso e a gente vai conseguir chegar lá, basta a gente o recado de acreditar nas pessoas que estão aqui acreditar nelas e saber que a gente tem tudo pra chegar lá e a gente vai conseguir isso.
P1- Obrigada Eduardo.
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