Sou poeta, admirador da fauna, flora e da beleza feminina. Cultivo a trova, o haicai e o soneto. Como escritor, sou contista de estórias ou histórias, "causos" reais e fictícios, os mais diversos, sobretudo, da vida forense, em que atuo. Nasci numa madrugada, do ano de 1967, de 16 de outubro, após um baile, onde meus pais se divertiram. Neto de Escrivão, por um lado, e, por outro lado, de caixeiro-viajante ou representante comercial. Meu pai, Dalísio é escrivão-tabelião, registrador público, professor de geografia e de datilografia, ornitólogo e adestrador de cães. Minha mãe, professora, diretora escolar (aposentada) e rainha do lar. Dedica-se, também, aos bordados, crochê e tricô. Coleciono seleciono e outras manias, como hobby. Edito um alternativo cultural denominado "Folhetim", de cunho exclusivamente literário, há aproximadamente 7 anos. Sou um apaixonado pela natureza. Delicio-me em viagens, sobretudo ecológicas, para fotografar e vislumbrar a natureza, verdadeira obra divina de Deus.
Fui auxiliar e escrevente substituto do Cartório de meu pai, advogado, e, hoje, sou Escrivão Judicial. Casado com a minha admirável e querida esposa, companheira em todos os momentos, difíceis e felizes, a advogada, Luzia Macedo Matias Marques Costa. Sou muito feliz pelo que sou e pelo que tenho.
Sou o maior amante da vida, não só fisicamente (como não bastassem meus 1,90 cm), mas, principalmente, moralmente, pelos dons e dotes que a própria vida me deu. Tudo com a graça do Bom Deus e Divino Mestre.