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Dona Nelite, a mulher que pegava caranguejo utilizando lampião

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Dona Nelite, a mulher que pegava caranguejo utilizando lampião

Vídeo

Cabo Frio, Itapemirim, Macaé, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra na Memória e Vida de seus Moradores.

Depoimento de Nelite Moreira da Anunciação

Entrevistada por Fernanda Peregrina

São João da Barra, 21/03/2013

AECOM_SJB_HV05_Nelite Moreira da Anunciação

Realização Museu da Pessoa

Transcrita por Vanuza Ramos (MW Transcrições)

P/1 – Dona Nelite, pra começar eu gostaria que a senhora falasse seu nome completo, local e data de nascimento.

R – Eu não queria botar Anunciação, não, porque meu nome, ele é registrado só como Nelite Moreira. Só como tem Anunciação, bota, né? O que você tava falando?

P/1 – Nome completo, onde a senhora nasceu, e qual a data do nascimento.

R – A data do meu nascimento é (pausa)... A data do meu nascimento é 17 de dezembro de 1926.

P/1 – Onde a senhora nasceu?

R – Aí quando a minha mãe quando me registrou, ela me disse que eu nasci em Rio Doce, mas eu tô achando que é muito longe, né? Mas deixa assim mesmo.

TROCA DE ÁUDIO

P/1 – Qual o nome dos pais da senhora?

R – Minha filha, eu não conheci pai e nem mãe. Eu fui criada por um casal de gente mais pra cá, pra banda de Gargaú, Guaxindiba. Eu fui criada pra cá. Eu sou filha única. Com dois meses de nascida, a minha mãe parece que morreu e o pai. Aí “apanharam" eu pra criar, sabe, pra cá. Aí eu entendi, na minha infância, eu entendi de criação e pai de criação. O nome era Luíza, agora o sobrenome é que eu não vou saber, né? E o pai era Zé Bento. De criação!

P/1 – O que os seus pais de criação faziam? Com o que trabalhavam?

R – Ele “estarraciava” no Paraíba, “estarreciava” no Paraíba. E a minha mãe fazia palhão, de criação, fazia esteira, nós também fazia. Aí de lá pra cá, eu vim pra cá pra ilha e aí comecei a “panhar” caranguejo, comecei a trabalhar nessas coisas desde idade de dez para 12 que eu sou caranguejeira. Pode entrar num...

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