Caboclinho foi meu cavalo desde que me entendo por gente, ele era o único que não era de raça nem marchava, me apaixonei por ele quando era criança e ficou comigo até os meus quase trinta anos, depois que ele se foi, por acaso, durante a pandemia, encontramos um potrinho à venda que tinha a mesma mancha na testa que ele, quando fomos ver, o portinho estava tão mal que nem se levantava. Quis ficar com ele, mesmo sabendo que poderia não ter muitas chances. Cuidamos, ficamos 15 dias ajudando a ficar de pé e Tupã se tornou o cavalo mais lindo e mágico de nossas vidas.
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