A Belinha chegou em minha vida por insistência da minha filha Helena, que na época tinha 10 anos. Eu tinha acabado de me separar do pai dela, um relacionamento de 12 anos, com uma dependência emocional intensa. Estávamos destruídas e muito machucadas. Eu não queria cachorro dentro de casa, mas cedi aos apelos dela, pela ausência do pai. Belinha chegou num domingo à noite, 2h depois a internei com desidratação e frequeza. As chances de sobrevivência eram poucas, mas estávamos esperançosas. Dois dias depois ela foi pra casa. Tive que mudar nossa rotina, ela destrui meus móveis, mas consertou meu coração. Me tornei sua humana preferida e graças a Deus, seguimos nós três juntas há 7 anos, quando conheci o amor mais puro que existe no mundo, o amor de um pet por sua família.
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